O ex-lateral e tetracampeão do mundo Branco foi surpreendido por uma homenagem inusitada neste domingo (30), em Cachoeiro de Itapemirim. Em evento exclusivo para torcedores do Fluminense, o jogador conheceu o policial Cláudio Ibrahim, que recebeu o nome de batismo em referência ao nome civil do ídolo.

O encontro aconteceu já na chegada ao evento: Cláudio foi o motorista escolhido para levar Branco até a festividade e contou ao ex-jogador a origem de seu nome. Emocionado, o policial explicou a ligação familiar com o ídolo.
“Eu me chamo Cláudio Ibrahim também. Meu pai me deu esse nome em sua homenagem. É tricolor doente”
Cláudio Ibrahim — policial
Branco demonstrou surpresa e gratidão ao saber que era a inspiração para o nome de batismo de um torcedor. Ele afirmou que, apesar de já ter encontrado fãs que carregam seu apelido em documentos, nunca tinha conhecido alguém com seu nome civil registrado em homenagem a ele.
“Olha o que o futebol faz. A gente nunca sabe onde consegue chegar. Essas histórias nos fazem ter essa ideia. Isso é o maior reconhecimento que podemos ter”
Branco — ex-lateral da seleção brasileira
Além do policial, seu pai, Luiz Cláudio, também conheceu Branco durante o evento. Visivelmente feliz, Luiz relembrou a trajetória do jogador e o descreveu como “o melhor lateral do mundo”.

Ao longo da carreira, Branco conquistou a Copa do Mundo de 1994 e a Copa América de 1989. No clube, venceu o Campeonato Português de 1990 pelo Porto; um Campeonato Brasileiro; três edições do Campeonato Carioca pelo Fluminense; e dois títulos do Campeonato Gaúcho — um pelo Grêmio e outro pelo Internacional. Ele também ficou marcado ao anotar o gol decisivo do Brasil contra a Holanda na campanha campeã da Copa de 1994.
O encontro em Cachoeiro de Itapemirim reforça a relação afetuosa entre ídolos e torcedores e ilustra como atos de admiração podem atravessar gerações e famílias.
Leia também: Neymar decide e estende boa sequência no Santos após a Copa do Mundo


