Agressão com martelo deixa menina de 12 anos ferida em escola de Cariacica

Agressão com martelo deixa menina de 12 anos ferida em escola de Cariacica

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Uma estudante de 12 anos foi atacada com um martelo por outra aluna de 14 anos na manhã de 19 de outubro de 2026 dentro de uma sala de aula de uma escola municipal em Cariacica. A agressão, relatada como planejada pela Polícia Militar, deixou a menina ferida e foi interrompida por professoras e pelo diretor da unidade.

Como ocorreu a agressão com martelo

Segundo relatos de familiares, a vítima participou das aulas normalmente, mas no final da atividade, quando a professora saiu da sala para buscar algo na diretoria, a colega de 14 anos se levantou e se dirigiu até ela. Testemunhas relataram que a adolescente desferiu golpes de martelo contra a menina, que recebeu ao menos cinco pancadas antes de conseguir derrubar a agressora.

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Durante a tentativa de conter o ataque, outro estudante que tentou intervir foi atingido no dedo pelo martelo. Professoras chegaram logo em seguida, conseguiram retirar a ferramenta das mãos da agressora e o diretor ajudou nos primeiros socorros à vítima.

Atendimento e estado de saúde da vítima

A garota de 12 anos foi socorrida e levada inicialmente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município e, em seguida, transferida ao Hospital Infantil, em Vitória. Familiares afirmaram que ela estava com forte dor de cabeça, desorientada e recebeu medicação durante o atendimento hospitalar.

O tio da criança, que pediu anonimato para preservar a identidade da sobrinha, contou que a menina saiu de casa naquela manhã dizendo sentir um “pressentimento ruim” e relutante em ir à escola. Ao chegar, a família foi acionada; o pai encontrou a filha desmaiada e sangrando no colo de uma das profissionais da escola.

Investigação e medidas protetivas

A Polícia Militar informou que a suposta autora, uma adolescente de 14 anos, teria planejado a agressão contra a colega. Para resguardar as menores envolvidas, as identidades das adolescentes, o nome da escola e do bairro não foram divulgados.

Casos envolvendo agressões entre estudantes costumam desencadear apurações que incluem comunicação ao Conselho Tutelar e à autoridade policial competente, além de medidas internas da rede municipal de ensino. Não houve informação pública sobre a instauração formal de inquérito ou medidas socioeducativas até a publicação desta reportagem.

Repercussão entre familiares e comunidade escolar

O relato de parentes revela preocupação com a segurança dentro da unidade de ensino e com o acompanhamento psicológico e médico da vítima. Familiares dizem que a menina segue em observação e com sintomas de confusão e dor, enquanto a escola e as autoridades municipais foram acionadas para prestar esclarecimentos e adotar providências.

Escolas públicas costumam revisar protocolos de segurança e supervisão após episódios de violência; especialistas apontam que ações preventivas combinam supervisão adequada, programas de mediação de conflito e apoio psicossocial a alunos e professores.