Mulher de 37 anos é morta a facadas em Colatina

Mulher de 37 anos é morta a facadas em Colatina

Trânsito

Uma mulher de 37 anos foi assassinada a facadas no bairro Honório Fraga, em Colatina, no Noroeste do Espírito Santo, na manhã de 1º de novembro de 2026. O principal suspeito é o companheiro da vítima, de 47 anos, que foi detido em posse do cartão bancário dela. A polícia investiga o caso e recolheu imagens de câmera de segurança que registraram o ataque.

Como ocorreu o crime

Segundo relatos colhidos pela Polícia Militar, a vítima foi surpreendida pelo companheiro na rua, onde foi agarrada e golpeada com uma faca. Mesmo ferida, ela conseguiu correr alguns metros, mas caiu e foi atacada novamente antes de o agressor fugir do local.

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Testemunhas afirmaram aos policiais que, na noite anterior ao crime, o suspeito havia feito ameaças de morte contra a mulher. Uma câmera de segurança da rua registrou o momento do ataque e as imagens foram incorporadas às diligências.

Prisão e apuração policial

Durante as buscas realizadas após o crime, a Polícia Militar localizou o homem de 47 anos e o encaminhou à delegacia. No momento da detenção, ele estava com o cartão bancário da vítima, conforme informado pelas autoridades.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento. A participação de testemunhas e as imagens captadas pela câmera serão analisadas para complementar o inquérito e apontar a dinâmica e a motivação do crime.

Atuação da perícia e destino do corpo

A Polícia Científica foi acionada para a perícia no local. O corpo da mulher será levado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) da Polícia Científica em Colatina, onde será submetido à necropsia para confirmar as causas e registrar as lesões.

Autoridades informaram que o laudo pericial e os depoimentos das testemunhas deverão subsidiar as medidas judiciais cabíveis e eventual indiciamento do suspeito.

Contexto e medidas

Casos de violência doméstica e feminicídio têm sido foco de ações preventivas e de investigação no estado. Especialistas e órgãos públicos costumam reforçar a importância de denúncias prévias como forma de reduzir riscos à vítima.

A polícia orienta quem presenciar agressões ou tiver informações relevantes a procurar a delegacia mais próxima ou ligar para os canais oficiais de segurança pública para colaborar com as investigações.