Wanessa Martha Gonçalves, 46, morre após ser atropelada na Avenida Dante Michelini, em Vitória

Wanessa Martha Gonçalves, 46, morre após ser atropelada na Avenida Dante Michelini, em Vitória

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Wanessa Martha Gonçalves, de 46 anos, morreu depois de ser atingida por um carro na madrugada do domingo (30) na Avenida Dante Michelini, em Vitória. Segundo pessoas que a acompanhavam, ela havia passado a noite em um pagode na orla da Praia de Camburi, em celebração ao aniversário de uma amiga.

Amigas que estavam com Wanessa disseram que ela era cuidadosa, estava sóbria durante a festa — tendo consumido apenas água com gás — e havia levado um pedaço de bolo para o filho, de 21 anos, que é autista. Ainda de acordo com as testemunhas, Wanessa também cuidava de dois cães e não costumava beber.

O grupo chegou ao local por volta das 20h e a reunião terminou por volta da meia-noite. Elas pretendiam ir embora juntas, mas Wanessa teria combinado com um amigo para ser buscada. Cerca de 30 minutos depois, a equipe de segurança do estabelecimento avisou que a mulher havia se envolvido em um acidente.

Conforme relato da Polícia Militar, o motorista afirmou que voltava do trabalho pela avenida quando, próximo a um posto de combustíveis e a um bar, uma mulher correu para atravessar fora da faixa de pedestres. O condutor disse que não teve tempo de evitar o impacto. Ele permaneceu no local e foi submetido ao teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo.

Testemunhas relataram ter ouvido um forte estrondo e o som de frenagem. Pessoas que estavam no local encontraram Wanessa sobre o canteiro central; inicialmente ela reagiu e conversou com os socorristas, que informaram sentir muita dor. Segundo uma das testemunhas, a vítima tinha um corte profundo no rosto, escoriações nas pernas e indicava possível lesão na coluna.

Socorristas encaminharam Wanessa para atendimento hospitalar, onde foi solicitada tomografia. A amiga que acompanhava a vítima informou que, durante o atendimento, Wanessa sofreu seis paradas cardíacas e, em seguida, não resistiu aos ferimentos.

A Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (DDT) da Polícia Civil ficará responsável pela apuração das circunstâncias do atropelamento.

Testemunha identificada como Rayssa Seibert Quintanilha contou que estava em frente ao quiosque quando ouviu o impacto, prestou os primeiros socorros e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a polícia.

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via A Gazeta – Polícia