Casal é preso por furto de fios de carreta no Centro de São Mateus

Casal é preso por furto de fios de carreta no Centro de São Mateus

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Um homem de 35 anos e a companheira dele foram detidos na tarde de sexta-feira, 23 de outubro de 2026, no Centro de São Mateus, Norte do Espírito Santo, suspeitos de furtarem fios de uma carreta vinculada ao programa Mais Especialistas do Governo Federal. A identificação do principal suspeito, Vitor Francisco da Conceição, contou com o apoio de um sistema de reconhecimento facial, segundo a Guarda Civil Municipal.

Abordagem após denúncia da Saúde

A Guarda Civil Municipal informou que a ação teve início após uma denúncia telefônica feita pela subsecretaria municipal de Saúde. No momento da abordagem, Vitor estava portando uma faca e apresentou comportamento agressivo, exigindo contenção por parte dos agentes para evitar riscos aos presentes.

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Companheira diz ter sido coagida

A companheira do suspeito, identificada como Kamilly Keuli Souza da Silva, também foi localizada no local. Ela relatou aos guardas que sofreu agressões físicas e psicológicas para participar do crime e afirmou que sua função teria sido observar a movimentação na rua a pedido do companheiro.

Materiais apreendidos e destinação do casal

Durante a revista, os agentes apreenderam um alicate entregue pela mulher e fios que já haviam sido queimados, aparentemente preparados para comercialização. Ambos foram encaminhados à delegacia local para registro do flagrante.

Em nota, a Polícia Civil confirmou que o casal foi autuado em flagrante por furto qualificado e resistência à autoridade. Após os procedimentos, os dois foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.

Contexto e procedimentos

O furto de componentes elétricos — como fios — tem sido uma prática recorrente em diversas regiões, motivada pelo valor do cobre e outros metais no mercado clandestino. A ação rápida da subsecretaria de Saúde e da Guarda Civil Municipal possibilitou o recolhimento das provas e a prisão em flagrante, segundo as corporações envolvidas.

A reportagem tentou contato com as defesas de Vitor e Kamilly; até a publicação desta matéria, não houve retorno, e permanece aberto espaço para manifestações.